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Grávidas que comem melhor têm mais meninos
23-04-2008
Portugal Diário
  Um estudo britânico revelou que mulheres que comem mais e melhor têm mais hipóteses de terem bebés do sexo masculino, escreve o site brasileiro Globo.

   O sexo do bebé é determinado pelo homem, que é o detentor do cromossoma Y. Apesar disso, os cientistas descobriram há já algum tempo que a mulher tem alguma influência sobre o sexo da criança ao seleccionar, de forma ainda desconhecida, o embrião.

   Segundo os investigadores das Universidades de Exeter e Oxford, no Reino Unido, a evolução mostra que em épocas de tranquilidade é mais vantajoso para uma espécie ter filhos machos. Isso porque, tradicionalmente, os machos são capazes de se reproduzir mais e têm maiores quantidades de descendentes. Em tempos de "vacas magras", no entanto, é melhor ter filhas, porque se arriscam menos e têm maior sobrevivência. Ou seja, com um macho os ganhos podem ser maiores, mas com as fêmeas são mais garantidos.

   "Se a mãe tem muitos recursos pode fazer sentido investir num filho porque ele tem mais hipóteses de produzir muitos netos. Uma filha, no entanto, é uma aposta mais segura", explica Fiona Matthews, principal autora do estudo.

   Este facto foi verificado em muitas espécies de invertebrados e também em vacas, cavalos e veados. No entanto, verificar esta hipótese na espécie humana é bastante complicado, porque as nossas interacções sociais são muito complexas. Mesmo assim, os investigadores analisaram 740 mulheres, que fizeram diários da sua alimentação antes de ficarem grávidas, e descobriram que as hipóteses de ter filhos eram maiores naquelas que se alimentaram melhor na época em que o bebé foi concebido.

   Das mulheres que tiveram um consumo maior de energia, 56 por cento tiveram meninos, das que consumiram menos 55 por cento tiveram meninas. De acordo com os investigadores, estes resultados podem explicar a queda no número de nascimentos de meninos em países industrializados como os Estados Unidos, Inglaterra e Canadá. Para Matthews, esta situação é explicada pelo facto de as mulheres nesses países fazerem cada vez mais dietas light, reduzindo o número de calorias e também quase sempre deixando o pequeno-almoço de lado.

   O mecanismo pelo qual a mulher selecciona o filho menino ainda não é bem compreendido. Os investigadores acreditam que altos níveis de glicose podem estimular o desenvolvimento de embriões do sexo masculino.


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