Saúde Puericultura Pré-mamã e Mamã Educação Desenvolv. Infantil Desporto Festas Infantis Material Didáctico Actividades Lúdicas Vestuário Casa e Decor Transportes Produtos Biológicos Yoga Massagem Infantil Seguros e Finanças Viagens e Lazer Animais Ofertas Formativas Artigos 2ª Mão

Publicidade




Ler uma História

Madeira!



ler história


Receitas da Semana

Cake Pops



ver receita


Venda de Livros

 


 
FacebookTwitterGoogle+LinkedInNewsletter
Notícias

 



Deco quer restrições a publicidade de alimentos sem valor nutricional
16-03-2008
Lusa
  A associação de defesa do consumidor DECO quer que sejam aplicadas restrições à publicidade de alimentos sem valor nutricional, particularmente os destinados a crianças, disse hoje à Lusa Fernanda Santos, coordenadora do departamento de formação da DECO.

   "Quando se trata da saúde das crianças, esta deve ser salvaguardada, e devem ser tomadas medidas para restringir este marketing e esta publicidade. O objectivo é que sejam lançadas medidas restritivas em relação à publicidade que é dirigida às crianças, a nível do conteúdo das mensagens comerciais e da quantidade de anúncios", afirmou Fernanda Santos no lançamento de uma campanha nacional de alerta sobre o marketing alimentar.

   Fernanda Santos adiantou que a campanha pretende "alertar para o marketing que é dirigido às crianças e que promove essencialmente produtos com muito pouco interesse nutricional, produtos que são ricos em sal, gordura, açucar, e que deviam ter um consumo muito reduzido e muito moderado numa dieta alimentar equilibrada e saudável".

   A iniciativa da DECO, que passa pela distribuição de informação e de uma peça de fruta, apela a um marketing alimentar mais responsável, insere-se numa campanha de âmbito internacional, promovida pela Consumers International (federação mundial das associações de aonsumidores), para assinalar, Sábado, o Dia Mundial dos Direitos dos Consumidores.

   Hoje, para além de Lisboa a Deco promove a campanha também em Viana do Castelo, Porto, Coimbra, Santarém, Évora e Faro.

   Para Maria Natividade Martins, uma avó sensibilizada com a iniciativa, "a mudança devia começar pelos pais, mas estes não têm tempo de conversar com as crianças, de maneira que optam pelo mais prático".

   Marta Ferreira, que recebeu também informação e uma peça de fruta da DECO, "há produtos que dizem que são saudáveis e depois a composição nutricional não é bem assim".

   Para José Pinto, é preciso "começar a escolher produtos que se integrem numa alimentação saudável. Antes tinhamos a dieta mediterrânica e hoje perdemos um pouco esse hábito".

   "Tentar induzir as crianças a comer mais sopa, menos doces, salgados, fritos, talvez seja o caminho certo para termos crianças mais saudáveis", concluiu.


<<  voltar  |  topo  |  Todas as Notícias





Termos e Condições de Utilização
Copyright - Portal da Criança - 2007-2014
Desenvolvido por:
 CCEB