Saúde Puericultura Pré-mamã e Mamã Educação Desenvolv. Infantil Desporto Festas Infantis Material Didáctico Actividades Lúdicas Vestuário Casa e Decor Transportes Produtos Biológicos Yoga Massagem Infantil Seguros e Finanças Viagens e Lazer Animais Ofertas Formativas Artigos 2ª Mão

Publicidade




Ler uma História

A caixa da liberdade



ler história


Receitas da Semana

Cake Pops



ver receita


Venda de Livros

 


 
FacebookTwitterGoogle+LinkedInNewsletter
Notícias

 



Trabalho infantil problema a combater
30-12-2011
Fátima Missionária
  Cerca de 215 milhões de crianças trabalham no mundo. Mais de metade, 115 milhões, fazem-no em condições perigosas quer para a sua saúde física ou psicológica, segurança ou crescimento. São informações resultantes da VIII Fase do Programa SCREAM (Defesa dos Direitos das Crianças através da Educação, das Artes e dos Meios de Comunicação), apresentada pela Organização Internacional do Trabalho, na Espanha.

Segundo a agência Fides, o programa lançado em 2003 visa consciencializar os estudantes, professores e cidadãos para as piores formas de trabalho infantil. Várias acções de sensibilização foram organizadas, como por exemplo exposições fotográficas. Imagens retratam as condições de vida de crianças que trabalham e são exploradas em vários países da América Latina, como El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua. Os menores trabalham no campo, em lixeiras, nas obras, em minas ou ainda como empregados domésticos.

Todos os anos, morrem 22 mil menores trabalhadores. Muitos outros sofrem acidentes ou acabam por adoecer. Em cada minuto, uma criança é vítima de um acidente ou é afectado por algum problema de saúde ou trauma psicológico por causa do trabalho. Em 2010, em Haia, a Conferência Mundial sobre o Trabalho Infantil reiterou a necessidade de avançar no combate às piores formas de trabalho infantil, até 2016.

Texto de Cristina Santos


<<  voltar  |  topo  |  Todas as Notícias





Termos e Condições de Utilização
Copyright - Portal da Criança - 2007-2014
Desenvolvido por:
 CCEB