Saúde Puericultura Pré-mamã e Mamã Educação Desenvolv. Infantil Desporto Festas Infantis Material Didáctico Actividades Lúdicas Vestuário Casa e Decor Transportes Produtos Biológicos Yoga Massagem Infantil Seguros e Finanças Viagens e Lazer Animais Ofertas Formativas Artigos 2ª Mão

Publicidade




Ler uma História

Um gato debaixo do pinheiro de Natal



ler história


Receitas da Semana

Cake Pops



ver receita


Venda de Livros

 


 
FacebookTwitterGoogle+LinkedInNewsletter
Notícias

 



Trinta famílias de risco em curso de formação parental
08-04-2007
Jornal da Madeira - Celso Gomes
No âmbito da acção social, a Câmara Municipal do Funchal está a intervir junto de algumas famílias, com o intuito de dar resposta às várias situações de risco que estão diagnosticadas pela Comissão de Protecção de Menores do concelho.

Neste âmbito, a autarquia já promoveu um curso e prepara-se para lançar outros dois de formação parental, sendo que um está destinado a jovens. Temos cerca de 30 famílias de Santo António, São Martinho e São Roque que estão diagnosticadas pela Comissão como as mais problemáticas. A Câmara vai desenvolver junto dos pais o curso de formação parental e junto dos jovens o curso de competências pessoais e sociais. Queremos assim dar resposta e tentar intervir dando competências a estes pais para que melhorem a sua actuação junto da família, nomeadamente, melhores condições para educar, comunicar e intervir como pais, no verdadeiro sentido da palavra, explicou Rubina Leal, a vereadora com o pelouro da acção social na edilidade funchalense.

Os cursos serão realizados em período pós-laboral, por forma a ir de encontro às necessidades e disponibilidades. Irão desenvolver-se em Santo António e no Funchal, estando este último destinado às famílias de São Martinho e de São Roque. A duração é de três meses. Rubina Leal faz notar que a primeira experiência correu muito bem. Na semana passada realizaram-se as reuniões com as famílias envolvidas na nova acção, dando-lhes a conhecer os objectivos da nova iniciativa.

É importante que a medida tenha um efeito pedagógico. Segundo lembrou a vereadora, a Comissão de Menores do Funchal tem identificados muitos casos de famílias de risco, de vária natureza, conforme aponta o relatório anual daquela instituição. Os 30 casos agora submetidos à formação são os mais preocupantes e foram apontados após uma cuidada articulação. Rubina Leal acrescenta que, muitas vezes, dizem respeito a pais negligentes, pelo que uma das obrigações passa precisamente pela frequência desta formação.
A nossa interlocutora explica que a intervenção poderia ser feita a nível dos centros comunitários. Mas, considerei que o mais importante é fazer isto em parceria e acho que todo o trabalho feito nestas áreas deve ser feito com as outras entidades que já estão no terreno e conhecem os casos. Em vez de irmos para os centros e seleccionarmos ou abrirmos inscrições, vamos com famílias que sabemos que, à partida, são consideradas problemáticas e que já precisam da nossa intervenção, afirmou.

A vantagem, dissse ainda, reside no facto de a Câmara não precisar de explicar às pessoas que têm de frequentar os cursos, pois trata-se de situações que já têm pelo menos um caso em análise na Comissão de Protecção de Menores. Quando isto acontece é porque, efectivamente, existe problemas e a família não consegue dar resposta nem consegue educar os seus menores. Se o caso está nestas instituições, aplicar-lhes apenas uma medida não chega. É importante que tenha um efeito pedagógico, concluiu.

Comissões são o parceiro ideal para pedagogia
Rubina Leal defende que as Comissões são o parceiro ideal para este tipo de pedagogia. O que fazemos são conteúdos adequados. Ninguém nos vai dizer nem precisamos de lhes dizer que são famílias problemáticas. Temos conteúdos programáticos que vão desde as regras mínimas e elementares em termos de higiene e que vão evoluindo. No fundo, é dar competências e instrumentos às famílias para que possam melhor educar os seus filhos e os casos não voltem a entrar na comissão nem nos tribunais, adiantou. Ao Jornal, a vereadora explica ainda que, apesar de ter proposto esta parceria com a Comissão, a verdade é que a própria lei de Protecção de menores em risco aponta a necessidade de haver formação.


<<  voltar  |  topo  |  Todas as Notícias





Termos e Condições de Utilização
Copyright - Portal da Criança - 2007-2014
Desenvolvido por:
 CCEB