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Estudo sugere relação entre paracetamol e asma infantil
03-01-2012
Diário Digital
  O aumento acentuado da asma infantil em todo o mundo nas últimas três décadas deixa os investigadores perplexos há bastante tempo. Eles consideram explicações tão diversas quanto uma melhor higiene e as imunizações. Contudo, um novo conceito apareceu na última década.

Alguns cientistas notaram que a epidemia de asma aumentou rapidamente nos anos 1980, aproximadamente na mesma época em que a aspirina foi associada à síndrome de Reye nas crianças. Os médicos pararam de receitar aspirina para as crianças com febre, optando pelo paracetamol.

Num artigo publicado em 1992 no The Annals of Allergy and Asthma Immunology, Arthur Varner, então membro do programa de treino em imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Wisconsin, afirmou que a mudança para o paracetamol pode ter estimulado o aumento da asma. Desde então, mais de 20 estudos produziram resultados que apoiam essa teoria, incluindo uma extensa análise de dados de mais de 200 mil crianças que descobriu um aumento do risco de contrair asma entre aquelas que haviam tomado paracetamol.

John T. McBride, pediatra do Hospital Infantil Akron de Ohio, publicou em Novembro um artigo na revista Pediatrics no qual argumenta que as provas da associação entre paracetamol e asma são fortes o suficiente para que os médicos recomendem que se evite a sua ingestão por bebés e crianças com asma, ou sob risco de contrair a doença.

McBride baseou a sua declaração em diversas linhas de evidência. Ele afirma que, além do período de ocorrência da epidemia de asma, agora há uma explicação plausível para a forma como o paracetamol pode provocar ou piorar essa doença pulmonar inflamatória crónica. Os pesquisadores descobriram que mesmo uma única dose de paracetamol pode reduzir os níveis de glutationa do corpo. A glutationa é uma enzima que ajuda a reparar os danos oxidativos que podem levar à inflamação das vias aéreas.

"Quase todos os estudos revelaram uma relação dose/resposta entre o uso do paracetamol e a asma", afirmou McBride. "A associação entre idade, geografia e cultura é muito consistente", afirma.

A correlação estatística entre o paracetamol e a asma apareceu em estudos de bebés, crianças e adultos. Os estudos também descobriram um aumento no risco de contrair asma nas crianças cujas mães tomaram paracetamol durante a gestação.


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