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Estudo define características das crianças da R.A. da Madeira
09-03-2007
Jornal da Madeira online - Tânia Caldeira
A Madeira é a primeira região do país a definir as referências antropométricas da sua população infantil com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos.
O estudo intitulado da mesma forma é da responsabilidade do nutricionista madeirense Bruno Sousa e foi ontem apresentado durante um seminário, que decorreu no auditório do Centro de Segurança Social da Madeira sobre o Programa de Estilos de Vida Saudável, integrado no Plano Regional de Saúde.

Durante cerca de dois anos, este especialista em nutrição procurou definir as curvas de crescimento das crianças madeirenses. Trata-se, segundo explicou ao Jornal da Madeira, Bruno Sousa, de um novo instrumento de trabalho ou novo meio de diagnóstico dirigido a profissionais de saúde, que vai permitir avaliar com maior rigor o estado nutricional e de crescimento das crianças, no fundo «saber se estão a crescer de acordo com o esperado» afirmou o nutricionista.

Baseado em referências locais, obtidas a partir de dados representativos desta população infantil, o estudo é um reflexo concreto das suas características.
Estas referências prometem "revolucionar" a prática clínica, na medida em que até aqui, e devido a inexistência deste tipo de estudos em Portugal, a mesma avaliação era feita com base nas referências da população infantil norte-americana.
Com a concretização deste estudo, pioneiro a nível nacional, a Região passa a dispor de dados regionais.

Ora, numa altura em que se sabe que a população mundial regista «diferentes crescimentos não fazia sentido nós estarmos a seguir outras referências, como por exemplo as holandesas (a população mais alta) ou as norte-americanas» sublinhou Bruno Sousa, referindo que desde os genéticos aos ambientais são vários, os factores que determinam o crescimento das crianças.
Entre os vários parâmetros, o estudo define o peso, a estatura, o índice de massa corporal, perímetro da cintura e do braço das crianças.
Estas referências sobre o crescimento infantil vão constar de um pequeno manual, que será distribuído aos técnicos de saúde, pela Direcção Regional de Planeamento e Saúde Pública.



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