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Comida saudável ajuda a prevenir a asma infantil
30-06-2010
JN
  Comer fruta, peixe e vegetais cozinhados é uma prática "associada à diminuição da asma e dos seus sintomas, tanto em crianças dos países ricos, como dos países pobres". A conclusão consta do "Estudo Internacional de Alergias e Asma em Crianças", citado no site "Everyday Health" , segundo o qual a ingestão mais frequente destes alimentos contribui para uma menor prevalência da doença ao longo da vida.

Contrariamente, a ingestão frequente de hambúrgueres relaciona-se com uma prevalência elevada de asma na população infantil. "Três ou mais hambúrgueres por semana são suficientes para elevar o risco de asma e os sintomas da doença nas crianças, particularmente entre a população infantil dos países desenvolvidos", explicou Gabriela Nagel, do Instituto de Epidemiologia da Universidade de Ulm, na Alemanha, e autora principal do estudo.

"Em definitivo, a dieta mediterrânea protege da asma as crianças, enquanto os hambúrgueres elevam o risco de doença, especialmente entre menores não alérgicos de países ricos", concluiu a principal autora da investigação. "A relação entre comida de plástico e a asma também pode dever-se ao facto de este tipo de dieta se relacionar com outros hábitos de vida que incrementam a doença e que não existem nos países pobres".

O peixe, a fruta e os legumes são recomendados na prevenção cardiovascular do cancro, refere o estudo que aconselha a adopção de iniciativas públicas destinadas a promover este tipo de dieta, benéfica para a asma infantil, uma das patologias mais frequentes em menores de todo o Mundo.

O estudo, publicado no último número da revista Thorax, considerou variáveis que podiam alterar os resultados, como a exposição ao fumo do tabaco, ao pó de casa, a antecedentes familiares de asma, dermatite atópica e rinite, assim como a prática de exercício semanal. A investigação começou há 18 anos, em 20 países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento. Os novos dados são da fase II do estudo, realizada a partir de uma amostra de 29 579 crianças, com idades entre os 8 e os 12 anos, dos 50 mil inicialmente recrutados. As crianças responderam a questionários sobre a dieta e o aparecimento de asma, rinite e dermatite atópica, fizeram análises sanguíneas, alérgicas e genéticas, e provas aos brônquios. O pó existente em casa de cada uma das crianças foi também estudado.


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