Saúde Puericultura Pré-mamã e Mamã Educação Desenvolv. Infantil Desporto Festas Infantis Material Didáctico Actividades Lúdicas Vestuário Casa e Decor Transportes Produtos Biológicos Yoga Massagem Infantil Seguros e Finanças Viagens e Lazer Animais Ofertas Formativas Artigos 2ª Mão

Publicidade




Ler uma História

O cacto



ler história


Receitas da Semana

Cake Pops



ver receita


Venda de Livros

 


 
FacebookTwitterGoogle+LinkedInNewsletter
Notícias

 



Intoxicações em crianças e adultos aumentam em Portugal
13-08-2008
Correio da Manhã
  O número de pessoas intoxicadas tem vindo a aumentar em Portugal nos últimos anos. Em 2007, o Centro de Informações Antivenenos (CIAV) do INEM ultrapassou pela primeira vez as 30 mil chamadas (30 070). São casos de pessoas que sofreram as mais diversas intoxicações, o que dá uma média de 82 chamadas por dia. Destas, 10 673 foram referentes a crianças até aos 15 anos.

   A dimensão do problema preocupa os responsáveis do CIAV, que em breve vão lançar uma campanha de alerta. A coordenadora, Fátima Rato, diz ao CM ser urgente chamar a atenção para a facilidade e gravidade com que este tipo de incidentes ocorre: "É preciso alertar os pais para os riscos de ter medicamentos, detergentes ou produtos tóxicos ao alcance das crianças, porque estas levam-nos à boca num fechar de olhos."

   Em 2007, um total de 10 673 crianças sofreram intoxicações, enquanto no ano anterior (2006) o número não tinha ultrapassado as 9161, ou seja, menos 1512 casos. Já com os adultos, o CIAV recebeu em 2006 um total de 27 620 apelos, menos 2450 do que em 2007.

   A maioria das intoxicações ocorre com medicamentos (6087 casos com crianças e 8186 com adultos, em 2007). "A mãe deixa os comprimidos na mesa de cabeceira e as crianças imitam, levam-nos à boca", diz Teresa Rato.

   Seguem-se as intoxicações com produtos de limpeza e detergentes, com cosméticos, pesticidas, produtos escolares e brinquedos.

   5221 CASOS DE ENVENENAMENTOS INTERNACIONAIS

   Um número preocupante de adultos (4883) e de crianças (338) tomou de forma voluntária e intencional, em 2007, medicamentos, produtos químicos ou tóxicos.

   Na véspera do dia em que o CM fez a reportagem no CIAV, os médicos que estão no serviço de atendimento (808 250 143) receberam um total de 91 chamadas. Numa das tentativas de suicídio, alguém ingeriu 58 comprimidos; noutro caso, uma mãe ficou alarmada pela intoxicação alcoólica da filha de 14 anos. Existem ainda muitos casos com pesticidas e outros químicos.

   A maioria das intoxicações acidentais ocorre em crianças entre os um e os quatro anos, em especial com os rapazes (3749), mas também com raparigas dessa faixa etária (3253) . A partir dessas idades, passa a haver mais intoxicações com raparigas, entre os dez e os 15 anos (448 casos) do que com rapazes (291 casos).

   MUDANÇAS DE EMBALAGEM PERIGOSAS

   Os produtos domésticos podem revelar-se verdadeiros perigos em casa, para adultos e crianças. Um problema muito frequente ocorre com a ingestão acidental de detergentes manuais e para as máquinas de lavar, lixívias, cáusticos e ambientadores. Estas situações acontecem amiúde devido aos transvases. A coordenadora do Centro de Informação Antivenenos, Fátima Rato, explica que "os produtos são comprados em embalagens grandes (cinco quilos ou litros) e depois são distribuídos em casa por embalagens pequenas, sendo esquecida a identificação do produto com um rótulo. Sem querer, são engolidos, confundidos muitas vezes com água ou com sumos".

   APONTAMENTOS

Linha em permanência

O número do CIAV, 808 250 143, funciona 24 horas por dia, sete dias na semana. Existe há 26 anos.

Instruções para agir

Ao receber a chamada, pelo número directo ou pelo 112, os médicos doCIAV dão instruções sobre como agir perante cada caso. As intoxicações mais graves são encaminhadas para os hospitais.

Casos graves

Em 2007, registaram-se 604 casos graves (521 com adultos e 83 com crianças).


<<  voltar  |  topo  |  Todas as Notícias





Termos e Condições de Utilização
Copyright - Portal da Criança - 2007-2014
Desenvolvido por:
 CCEB