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Brinquedos de Natal - O crescente domínio asiático...
13-12-2007
A União
  O crescente domínio asiático a colmatar fraco poder de compra.

   O Natal é a época onde a indústria de brinquedos conhece o seu maior volume de vendas. Fabricas e lojas aproveitam ao máximo este período, lançando todas as suas novidades, apostando em campanhas agressivas de marketing nos vários órgãos de comunicação social.

   No entanto a realidade deste meio está a sofrer alterações imensas, principalmente nos países de origem dos brinquedos.

   A China é cada vez mais líder de mercado, conseguindo ocupar cerca de 80% dos brinquedos totais vendidos na União Europeia. No Natal esta realidade torna-se mais visível, é cada vez mais difícil encontrar artigos natalícios e brinquedos que não tenham o carimbo"made in China".

   De todos os países da União Europeia, é o Reino Unido que absorve a maioria dessa factura, cerca de 1,2 mil milhões de euros, realçando o enorme poder de compra dos britânicos em relação ao resto da Europa. Na segunda posição segue a Alemanha com 900 milhões de euros, já o nosso pequeno Portugal consome cerca de 22,5 milhões de euros ano, valor esse que se mantém estável nos últimos 5 anos, reforçando a constante perda de poder de compra dos portugueses.

   A esmagadora presença asiática na realidade natalícia europeia ainda não chega a todos os produtos, felizmente.

   A França continua a liderar o mercado de Champanhes e Vinhos Espumantes, não deixando cair a tradição que criou há largos séculos nesse campo em particular. Muito do sucesso deve-se ao trabalho fantástico de imagem em torno do estatuto de consumir produto francês e da elevadíssima qualidade que os espumantes apresentam.

   A Dinamarca também surge nesta estatística. Muitos devem desconhecer, mas esse país nórdico é o principal produtor de pinheiros de Natal, não os de plástico e fibra, esses são quase todos asiáticos, mas os verdadeiros.

   Recentemente a cadeia de brinquedos"Toy’s R Us" efectuou um inquérito às portas das suas megalojas em Portugal e Espanha. Os resultados evidenciaram uma tendência de afastamento entre a realidade espanhola e portuguesa no que concerne à aquisição de brinquedos na época do Natal. Segundo a cadeia de lojas cada família lusa está a pensar gastar em média entre 60 a 150 euros do seu orçamento familiar, sendo que 41% gastará entre 30 e 60 euros por criança. Na vizinha Espanha os resultados foram mais animadores, os orçamentos familiares contemplam em média mais de 180 euros para gastar em brinquedos, e 40% pretende gastar mais de 90 euros por criança.

   O mesmo inquérito, no entanto, mostrou que numa área portugueses e espanhóis estão muito próximos: nos produtos a comprar. As crianças ibéricas não escondem as suas preferências, videojogos e consolas lideram a lista, seguidas de bonecos do famoso"Nody" e bicicletas. Já os pais na hora de escolher o presente dão primazia à segurança, ao valor educativo e à relação qualidade/preço. O estudo vai mais longe e diz que são os meios de comunicação que mais influenciam as crianças para o pedido a fazer aos pais, e são esses pedidos que mais pesam na decisão dos mesmo quando chega a altura de adquirir os presentes de Natal.

   Para muitos a invasão asiática veio sem duvida abalar os seus negócios, no entanto a rápida ascensão desta realidade deve-se em parte ao facto de muitas famílias poderem manter o nível de quantidade de objectos e presentes de Natal ao facto dos preços praticados neste comércio.


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