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Para onde vão as ideias que esquecemos?

autor: Carla Machado e Miguel Gonçalves

Psiquilibrios Edições  |  Preço: 13.15 €

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O tema central é o modo como esquecemos certas coisas, valorizamos outras e transformamos aquilo em que vamos pensando. Nesta história a imaginação emerge como algo muito poderoso, que tanto nos pode paralisar, como nos pode levar a fazer coisas corajosas. A vida é sempre vivida em função do que imaginamos e isto é verdade para as crianças mas também para os adultos. Transformar a nossa imaginação, é uma forma de transformar as nossas vidas.

O gato que foi à Lua é uma narrativa sobre a importância da imaginação no mundo infantil. A imaginação prodigiosa das crianças, muito mais literais na compreensão da realidade, produz por vezes mal-entendidos na relação com os adultos, tal como acontece na relação entre o gato e a sua dona. Esta história também se centra na importância de explorar o mundo para descobrir coisas novas e interessantes na nossa imaginação. Fecharmo-nos ao mundo defensivamente, por preguiça (como na história do gato), é uma forma de nos fecharmos à experiência e de cristalizarmos o nosso desenvolvimento.

Uma história de números ciumentos centra-se no ciúme e na importância das pessoas se aceitarem, sem se forçarem ser diferentes. O desenvolvimento humano é feito de transformações e neste processo as pessoas, num certo sentido, transcendem-se. Aprender a andar, a ler ou relacionar-se com os outros são formas de as crianças se transcenderem. É contudo, muito importante que esta forma de as crianças (e os adultos) se ultrapassarem a si próprios não seja um acto de violência. Por exemplo, é muito importante que os pais estimulem as crianças a aprender e a estudar na escola, mas é um acto de violência exigir que elas sejam as melhores da turma. A imaginação - neste caso sobre nós próprios, quem somos e o que queremos ser - é também um ingrediente importante para que a criança goste de si mesma, explore as suas potencialidades e se divirta sendo como é, sem exagerar a importância das suas dificuldades (frequentemente transitórias, sobretudo se os adultos não as valorizarem demais).

O palhacinho que perdeu o circo, é uma narrativa sobre a curiosidade infantil, sempre insaciável, quando não aniquilada por adultos e professores com pouca paciência. O palhacinho gosta de percorrer o mundo e conhecer as coisas fantásticas que este tem, mas precisa no fim de voltar à segurança da sua casa e dos seus companheiros. O desenvolvimento infantil faz-se desta dicotomia, entre a exploração do novo (apoiada pelos adultos, ao contrário do que acontece na história solitária do palhacinho e a segurança do conhecido e do familiar. Esta é ainda uma história que explora um medo muito típico da primeira infância, o medo que a criança tem de se perder. Na nossa história, depois de inúmeras aventuras e descobertas, o palhacinho reencontra o seu lar.

O Capuchinho azul é, obviamente, uma paródia ao conto tradicional do capuchinho vermelho. É também uma história sobre a capacidade de aprender com erros passados (o modo como a capuchinho azul aprendeu com o vermelho, como o lobo aprende com as capuchinhos) e sobre o modo como é importante aprendermos a colocar-nos na posição dos outros, percebendo assim como estes vêm o mundo. Esta capacidade que se adquire progressivamente ao longo do desenvolvimento é um importante ingrediente das relações interpessoais ajustadas.

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