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"Antigamente jogava-se assim" - À Descoberta do Património – Os Jogos Tradicionais (Parte II)
Fevereiro, 2003
Teresa dos Reis Moreira, Professora 1º Ciclo do Ensino Básico.

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(...continuação)
Metodologia
A metodologia utilizada neste projecto, a investigação – acção, pressupõe uma permanente dinâmica entre a teoria e a prática, pelo que pretendemos constituir um espaço de reflexão e de acção prática, ao longo deste projecto.
Partimos do conhecimento da realidade onde se vai aplicar o trabalho para então realizar a acção, com a participação dos elementos da comunidade.
Com o intuito de fazer uma análise da situação inicial, recolhemos informação bibliográfica na escola, na Junta de Freguesia de Canelas, na Biblioteca Municipal de Gaia e também nos sites existentes na internet, acerca dos costumes e tradições de Vila Nova de Gaia. Posteriormente, tivemos a oportunidade de realizar uma entrevista informal com um elemento significativo da comunidade, antigo professor da nossa escola e autor de várias obras acerca da Vila de Canelas e sobre os Jogos Tradicionais, o que nos ajudou a fundamentar o projecto e a delinear os objectivos do mesmo. Para atingir uma faixa mais alargada da comunidade, construímos um pequeno questionário, sob a forma de inquérito, para ser administrado a familiares de alunos, que visava sobretudo averiguar qual o conhecimento que esses elementos tinham dos jogos tradicionais (quais, onde e quando se praticavam) e se tinham partilhado com os descendentes esse seu conhecimento. (ver anexo 9).
Esta análise inicial permitiu-nos fundamentar a definição do problema e por outro lado ajudou-nos a definir os objectivos gerais / específicos do projecto.
Em face dos objectivos definidos planificámos uma série de actividades, com e para os alunos. Essas actividades podem-se subdividir em duas categorias. As designadas por actividades "na sala de aula" recaem sobre os conteúdos programáticos das várias disciplinas. Nas actividades que designamos "visitas à escola", tentamos que houvesse um intercâmbio entre escola e comunidade, por exemplo, o pai de um dos alunos (professor de Educação Física) colaborou na dinamização das actividades de Educação Físico – Motora (execução de alguns jogos tradicionais) e o avô de outro aluno (dinamizador do Rancho Folclórico de Canelas) efectuou uma pequena sessão de esclarecimento para os alunos sobre os jogos tradicionais.
Ao longo do desenvolvimento das actividades foram previstos momentos de avaliação, que permitiram verificar se a execução da acção seguia de encontro ao definido e quais as alterações necessárias a fazer para manter a motivação e a participação de todos os elementos.
No final, programamos uma avaliação sumativa de modo a verificar se o projecto foi ao encontro das necessidades da população designadas inicialmente e se os objectivos foram alcançados. Nesta avaliação, dada a importância de referir os aspectos que falharam, houve lugar também para a presentação de pistas para a resolução desses problemas.

Definição do problema
Através do nosso conhecimento pessoal parece-nos que, sendo Canelas uma vila essencialmente com características de dormitório, os seus residentes não utilizam os espaços destinados ao lazer, ocupando os seus tempos livres a ver televisão, jogar computador ou frequentando espaços comerciais. Da mesma forma, as crianças têm cada vez mais hábitos de sedentarização, podendo estes originar lacunas no seu processo de desenvolvimento. Ao revitalizar os jogos tradicionais pretendemos contribuir para uma sociedade equilibrada na usufruição dos espaços, no seu desenvolvimento integral, diversificando as propostas de ocupação dos tempos livres e promovendo o seu bem estar.

Planificação do projecto

Destinatários
Alunos do 1º ano da Escola E. B. 1 da Lagarteira, alargado ainda a outros alunos da mesma escola (alunos que trabalham também este ano lectivo na Área do Projecto da escola).

Objectivos gerais
- Contribuir para o conhecimento do património cultural, incentivando a revitalização e o gosto pelos jogos tradicionais;
- Contribuir para a aproximação familiar e social entre gerações;
- Realizar actividades educativas e culturais que impliquem o envolvimento da comunidade;
- Incentivar o gosto pela pesquisa;
- Desenvolver atitudes de respeito mútuo e camaradagem, através da participação nos jogos;
- Diversificar estratégias para a aquisição de novas competências;
- Criar interdisciplinaridade entre os vários conteúdos programáticos;

Objectivos específicos
- Desenvolver a criatividade e a imaginação do aluno;
- Comunicar com os outros, confrontando experiências;
- Fomentar o desenvolvimento das capacidades de observação e atenção;
- Promover a auto – estima, fazendo amigos, respeitando a diferença;
- Desenvolver a capacidade crítica em cada aluno;
Actividades
Visitas à Escola
• Dr. Barbosa da Costa, ex – vereador da Câmara Municipal de Gaia, historiador e elemento activo de várias instituições da Vila de Canelas.
- Introdução ao tema Património Cultural Local; (anexo 10)
• Sr. A. C., avô de um aluno, coordenador do Rancho Folclórico de Canelas.
- Enquadramento dos Jogos Tradicionais;
- Visionamento do vídeo sobre os "Jogos Tradicionais Populares" – encontro organizado pelo Rancho Associação Desportiva e Cultural Santa Isabel, com o apoio das Escolas do Ensino Básico; (anexo 11)
• Sr. A., 74 anos, grande conhecedor dos jogos tradicionais de Canelas, artesão que se dedica a fazer trabalhos representando os jogos tradicionais (anexo 12) e outras actividades locais.
- Referência ao jogos tradicionais na sua juventude;
- Exposição de peças de artesanato, representando alguns dos jogos tradicionais;
• Prof. G. C., pai de um aluno, professor de Educação Física. (anexo 13)
- Colaboração regular no desenrolar dos jogos tradicionais na escola;
• Encontro / convívio no final do ano;
- Serão convidados pais e avós dos alunos e outros elementos da comunidade para, juntos, reviver e dar vida a uma salutar competição de "pequenos e graúdos";
- Serão lançados papagaios de papel construídos pelos mais velhos com a colaboração dos mais novos; serão feitas corridas de sacos, torneios de pião, de "sameira", de arcos e de cordas.

Actividades na sala de aula
Expressão Plástica
- Representação icónica dos jogos (anexo 14);
- Pinturas representando as actividades no exterior (anexo15);
- Modelagem de brinquedos: pião, arco e gancheta, boneca de trapos;
- Elaboração de painéis sobre o tema do projecto;
- Execução de um livrinho com a representação de cada jogo aprendido e o seu nome.
Expressão Dramática e Musical
- Aprendizagem de canções: "Bom Barqueiro", "Corda queimada", "Lencinho":
- Aprendizagem de lengalengas para os jogos da corda, das escondidas e da macaca;
- Imitação/reprodução de gestos e sons de alguns jogos e canções de roda;
- Jogo / descoberta, através da representação gestual, dos jogos aprendidos.
Educação Física – Motora
- Execução de alguns jogos tradicionais e canções de roda (pião, macaca, arco, eixo, corrida de sacos, lencinho, corda queimada); (anexo 15)
Estudo do Meio
- Realização das aprendizagens através de processos investigativos;
- Contacto com pessoas da comunidade;
- Observação de fotografias / vídeos / livros;
- Recolha de fotografias, gravuras e notícias na revista elaborada pela Junta de Freguesia e na revista "O Ramiro", elaborada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, com a participação das escolas;
- Selecção do material escolhido / análise do respectivo material;
- Manuseamento de objectos antes seus desconhecidos (arco, pião, rapa, sacos, bolas de trapos);
- Registo escrito das observações, em grelhas de duas entradas.
Língua Portuguesa
Expressão oral
- Representação das acções através da linguagem oral;
- Registos orais do vivido / pôr em comum;
- Leitura de frases;
- Leitura de textos construídos;
- Descoberta de palavras em revistas e jornais;
- Dramatização de cenas do quotidiano (situações vividas nos jogos);
- Apresentação e emissão de opiniões sobre trabalhos individuais ou de grupo;
- Organização e avaliação das actividades que estejam a decorrer;
- Promoção do gosto pela recolha de produções do património literário oral local (cantares, rimas, lengalengas).
Expressão escrita
- Contacto com diversos registos de escrita (produções de alunos, documentação, revistas, jornais);
- Descoberta de palavras em revistas e jornais;
- Participação no registo escrito de experiências vividas (palavras, frases simples);
- Reconstrução de frases ou pequenos textos com palavras recortadas de revistas, jornais, aplicando nomes de objectos, de jogos. Exemplo:
- Escrita, em etiquetas, dos nomes dos jogos e de objectos para legendar trabalhos de Educação Visual;
- Construção de novos textos com palavras descobertas ou reconhecidas;
- Construção (gradual) de um dicionário ilustrado (imagem / palavra) dos jogos e brincadeiras que aprenderam e pesquisaram;
- Consulta do dicionário construído.
Matemática
- Realização de manipulações de objectos / contagem de alunos / de objectos, que apelem à noção de quantidade;
- Realização de contagens, determinação do número cardinal dos conjuntos;
- Resolução de situações problemáticas adaptadas ao tema, envolvendo adição e subtracção e multiplicação;
- Estabelecimento de relações de grandeza entre objectos;
- Execução de experiências utilizando diferentes materiais e objectos que conduzem à comparação de comprimentos / capacidades / massas (cordas, arcos, faniqueiras); (anexo16)
- Estabelecimento de noções de tempo: antes / entre / depois / depois / agora / já / ao mesmo tempo;
- Registo em tabelas de duas entradas.
Geometria
- Reconhecimento e desenho de algumas figuras geométricas;
- Identificação de linha aberta, linha fechada, exterior, interior, fronteira;
- Identificação do triângulo, quadrado, rectângulo e círculo.
Formação Cívica
- Respeito pelo outro e pelo grupo / respeito pela diferença;
- Respeito pelas regras;
- Respeito pelos espaços;
- Descoberta dos valores de compreensão, tolerência e partilha.

Recursos
Humanos
• Alunos / professores / auxiliares;
• Família;
• Comunidade:
o Elementos da Junta de Freguesia;
o Pai de aluno e professor de Educação Física – prof. G.C.;
o Avô de aluno e coordenador do Rancho Folclórico de Canelas - Sr. A. C.;
o Artesão – Sr. A.;
o Antigo professor desta escola, investigador e autor de vários livros – Dr. Barbosa da Costa.
Físicos
• Sala de aula;
• Biblioteca;
• Recreio;
• Ginásio;
• Terreno anexo à Junta de Freguesia, onde já se realizou o Encontro dos Jogos Tradicionais, em Maio de 1999.
Materiais
• Livros, jornais, revistas, fotocópias, documentação;
• Meios audio-visuais existentes na escola;
• Material didáctico e de desgaste;
• Material utilizado nos jogos tradicionais (piões, arcos, cordas, bolas, sacos).

Duração do projecto e calendarização
Durante todo o ano lectivo 2002/2003, a partir de Novembro/02.
No 1º período, investigação e primeira sensibilização aos alunos e familiares;
No 2º período, recolha de informação; administração de inquéritos a pais e avós de alunos; ida de elementos da comunidade à escola; início da prática dos jogos tradicionais;
No 3º período, integração da prática dos jogos tradicionais no quotidiano escolar; encontro/convívio com alunos e familiares.

Divulgação
• Promoção da formação pessoal dos alunos, que irá beneficiar a família e a comunidade e motivar outros jovens;
• Divulgação (através da venda) dos trabalhos produzidos pelos alunos (pequeno livro sobre os jogos tradicionais);
• Encontro/ convívio com alunos, família e elementos da comunidade.

Avaliação
A avaliação visa controlar e eventualmente corrigir, durante e após um processo de trabalho, o modo como os objectivos estão a ser alcançados.
Por outro lado, a avaliação visa também controlar a eficácia do projecto, analisando a relação entre objectivos previstos e resultados obtidos, de forma a torná-lo, se possível, mais eficaz, bem como controlar a eficiência do projecto, isto é, a relação entre os meios e os recursos utilizados e a sua adequação aos objectivos visados, a fim de eventualmente reformular as actividades para que essa eficácia aumente.
A avaliação deste projecto é por isso um processo sistemático que acompanha o desenrolar das actividades ao longo de todo o seu decurso.
Através da avaliação do projecto, enquanto processo de acção e de intervenção, pretendemos também mostrar a relação entre os objectivos e as acções desencadeadas para os atingir e a pertinência do projecto, ou seja, a relação entre a coerência e o contexto onde se desenrola o projecto (A. Pereira; B. Miranda, 2002).
Nesse sentido, no decorrer do projecto, fomos efectuando o registo das actividades realizadas. Para tal, elaborámos uma folha de registo das actividades (anexo 17), onde identificamos a actividade realizada, a data da sua realização, os intervenientes e os materiais utilizados e na qual registamos as observações mais pertinentes que surgiram no desenrolar da actividade. Esse registo permitiu igualmente verificar a adequação dos meios e recursos utilizados aos objectivos definidos para a actividade.
Para monitorizar se as acções planificadas se adequavam, se permitiam atingir os objectivos definidos, construímos uma ficha de observação dos alunos (anexo 18), na qual registamos a tarefa / actividade desenvolvida, a data da sua realização e a observação dos factos (o desenrolar da actividade). Nessa ficha registamos também o nosso comentário à forma como decorreu a actividade e, se necessário, apontamos formas de melhorar os aspectos menos positivos (anexo19).
No desenrolar das actividades, além do nosso registo escrito, demos sempre muita importância à avaliação, de carácter mais afectivo, efectuada pelos alunos. Dada a sua idade e competências, essa avaliação foi feira oralmente, no final de cada actividade e visou recolher a sua opinião acerca do que tinha sido feito, da forma como tinha sido feito, do que gostaram mais, do que gostaram menos e do que sugeriam para futuras actividades.
Dada a recolha de informação inicial que efectuamos junto da população (comunidade e alunos) e também com a avaliação a ser efectuada no final da última actividade prevista, o encontro / convívio entre escola e comunidade pensamos vir a ser a melhor forma de avaliar a pertinência deste projecto.

A importância da realização de um projecto de investigação – acção leva-nos a concluir que todo o trabalho pedagógico só é válido se for devidamente fundamentado com base nos pressupostos teóricos adquiridos e se a nossa prática for sempre dotada de uma auto – reflexão e espírito crítico.
Com este trabalho esperamos que as crianças, homens do futuro, não esqueçam nem as suas raízes nem os seus valores culturais.
Numa primeira fase houve a preocupação dominante da divulgação do projecto dentro da escola, junto das famílias e da comunidade.
O continuar da sua concretização exigiu um estudo atento, aprofundado e compreensivo da realidade cultural e social das gerações mais antigas, desempenhando aqui um papel importante alguns membros da população que certamente assegurarão efeitos desmultiplicadores, que afectarão outros elementos da comunidade.
Rentabilizámos e valorizámos recursos, potencializando a troca de experiências, utilizando estratégias diversificadas, aprendendo com o saber de cada um.
Pretendemos que a revitalização dos jogos tradicionais tenha sido e continue a ser uma fonte de aprendizagem, de partilha de saberes e de experiências entre crianças e adultos, que fomente o relacionamento de antigos colegas e amigos, que o prazer e o lazer andem de mãos dadas.
Foi no relacionamento com as pessoas, na alegria que as crianças sempre demonstraram, "no aprender a aprender" dos alunos e no nosso aprender a ensinar que mais nos reencontramos neste projecto.
Foi ao lançar um olhar ao trabalho já realizado que concluímos que tudo ficou em aberto, pois nenhum projecto está nunca terminado, haverá sempre uma nova etapa, um novo caminho a percorrer.

Bibliografia
ABRANTES, P. (2001) Currículo nacional do Ensino Básico. Ministério da educação.
BARBOSA, M. L. (sem data) Jogos tradicionais de S. Félix da Marinha. Junta de Freguesia de S. Félix da Marinha.
CABRAL, A. (1991) Jogos populares portugueses de jovens e adultos. Editorial Domingos Barreira.
CARVALHO, A. (2000) Rancho folclórico de Canelas–20 anos de história. Câmara Municipal de Gaia.
CHATEAU, J. (1975) A criança e o jogo. Atlântida Editora.
COSTA, F. B. (1980) S. João Baptista de Canelas – notas monográficas. Edição da Paróquia de Canelas.
COSTA, A.; COSTA, M. (1994) Área escola – como desenvolver. Areal Editores.
COSTA, F. B. (1997) Jogos tradicionais. Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
COSME, A.; TRINDADE, R. (2001) Área de projecto – percursos com sentidos. Edições Asa.
GUEDES, J. A.; GUEDES, A. M. (2002) Francisco Barbosa da Costa – textos dispersos. Edição dos autores.
INSTRUÇÃO MILITAR PREPARATÓRIA (1914) Jogos Infantis. Tipografia Popular Figueira da Foz.
LEITÃO, M. L. e outros (1993) Da criança ao aluno - um itinerário pedagógico - Ensinar é Investigar. Instituto de Inovação Educacional.
LEITÃO, M. L. e outros (1994) Eu e os outros - um itinerário pedagógico - Ensinar é Investigar. Instituto de Inovação Educacional.
MONTEIRO, M. e outros (1994) Área escola no 1º ciclo. Porto Editora.
ROLDÃO, M. C. (1995) O estudo do meio no 1º ciclo – fundamentos e estratégias. Texto Editora.
ROLDÃO, M. C. (1993) Gostar de História – um desafio pedagógico. Texto Editora.
SILVA, C.; MORAIS, M. (1967) Jogos tradicionais portugueses. Ministério da Educação Nacional.
VALLE, C. (1963) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – rodas de cantar e bailar. Separata da Revista de Etnografia n.º 3. Junta Distrital do Porto.
VALLE, C. (1964) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – jogos tradicionais. Separata da Revista de Etnografia n.º 4. Junta Distrital do Porto.
VALLE, C. (1965) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – jogos tradicionais. Separata da Revista de Etnografia n.º 6. Junta Distrital do Porto.
VALLE, C. (1965) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – passatempos, ditos e perlendas infantis. Separata da Revista de Etnografia n.º 9. Junta Distrital do Porto.
VALLE, C. (1966) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – jogos tradicionais. Separata da Revista de Etnografia n.º 10. Junta Distrital do Porto.
VALLE, C. (1967) Tradições populares de Vila Nova de Gaia – jogos tradicionais. Separata da Revista de Etnografia n.º 14. Junta Distrital do Porto.
br> Textos policopiados
PEREIRA, A.; MIRANDA, B. (2002) Problemas e projectos educacionais – caderno de seminário. Universidade Aberta.

Sites da Internet consultados
Instituto Português de Arquelogia
http://www.ipa.min-cultura.pt/
Lei do Património Cultural
http://www.cefd.pt/PT/legislacao/Docs/Doc80.pdf
Vila Nova de Gaia
http://www.gaianet.pt/gaianet/historia_gaia/index.asp
http://www.cm-gaia.pt
Vila de Canelas
http://www.viladecanelas.com
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