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Pais ignoram rinite alérgica infantil
18-10-2007
Correio da Manhã
  Mais de um quinto das crianças portuguesas entre os três e os cinco anos sofre de rinite alérgica, mas apenas um terço tem um diagnóstico adequado e está a ser tratada correctamente. O que significa que na maioria dos casos sintomas como falta de ar, pingar constantemente do nariz ou respirar com a boca aberta são interpretados como uma simples constipação.

   Mário de Almeida, director da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, a entidade que promoveu o estudo, refere que "é na zona de Lisboa e Vale do Tejo que se regista o maior número de casos, enquanto que o Alentejo e Algarve são as regiões que registam menos, embora, na sua maioria, mais graves. Isto pode ser explicado pelos índices de poluição, que são "uma das causas do problema, a par da componente genética e hereditária, da componente ambiental e de diversos factores externos como a temperatura do ambiente, a presença de ácaros e a difusão de pólen", referiu o responsável.

   O especialista alerta também pa-ra a necessidade de "evitar o uso da chucha ou biberão até tarde, ventilar a habitação e arejar a cama com frequência" como formas de prevenir o problema, acrescentando que "é necessário não deixar chegar até às últimas consequências, que podem passar por crises graves de falta de ar, perda de olfacto e infecções respiratórias graves".

   A falta de diagnóstico deve-se muitas vezes à desvalorização dos sintomas pelos pais, que "parecem não achar estranho que as constipações permaneçam durante muito tempo", refere Mário de Almeida, adiantando que cabe aos pais custear o tratamento, pois "os medicamentos, principalmente xaropes, não são comparticipados".

  


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