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Consumo de fruta é mais elevado em classes sociais altas
12-10-2007
Diário Digital/Lusa
  O consumo diário de fruta e produtos hortícolas em Portugal é superior na população com um nível de escolaridade mais elevado e nas classes sociais mais altas, revela um estudo a que a Lusa teve hoje acesso.

   O estudo foi realizado pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNA) no âmbito do projecto europeu "Pro Children", que teve início em 2003 e tem como objectivo avaliar o consumo de fruta e produtos hortícolas por crianças dos 11 aos 13 anos e seus pais.

   Além de Portugal, participam neste estudo, que ainda não está totalmente concluído, Noruega, Dinamarca, Áustria, Islândia, Espanha, Holanda, Suécia e Bélgica.

   Com os resultados já apurados é possível concluir que "o consumo destes alimentos está directamente associado ao nível de escolaridade e classe social das mães", afirmou à Lusa Bela Franchini, da FCNA.

   "As mães portuguesas não comem diariamente a dose de fruta e produtos hortícolas que é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mas comparativamente com os restantes países que participaram neste estudo, Portugal está numa situação favorável", afirmou a nutricionista, docente naquela faculdade.

   As mães que participaram neste estudo consomem uma média diária de 221 gramas de fruta e 171 gramas de vegetais, quando a OMS recomenda o consumo de 400 ou mais gramas por dia destes alimentos.

   Das 1.853 mães que participaram neste estudo, a maioria afirma comer todos os dias fruta (73 por cento) e produtos hortícolas (70 por cento).

   "A ingestão diária de fruta verifica-se ser mais significativa em mães que vivem com o marido/companheiro e de classes sociais mais elevadas", afirmou a nutricionista.

   Já em relação aos vegetais, adiantou Bela Franchini, o consumo é significativamente mais elevado em mães com um nível de escolaridade superior (ensino secundário completo e/ou ensino superior) e de uma classe social elevada, quando comparado com mães economicamente inactivas (que vivem com o rendimento de Inserção social).

   Para Bela Franchini, a sopa é a razão pela qual as mães portuguesas consomem uma quantidade razoável de frutas e vegetais.

   "O facto de em Portugal ainda se comer muita produção caseira poderá também ser um dos motivos que coloca o país numa situação favorável", acrescentou.

   Depois de analisado o consumo de fruta e vegetais junto dos pais, a Faculdade vai agora concluir o estudo relativamente às crianças, bem como cruzar dados, para perceber também o que determina a ingestão destes alimentos.



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