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Associação de crianças desaparecidas vai lançar sistema de localização em espaços públicos
23-05-2012
RTP
  A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) vai lançar este ano um sistema de localização de crianças em espaços públicos, que pretende alargar posteriormente às praias, anunciou a presidente da instituição.

"A aplicação consiste num sistema de localização de crianças desaparecidas em espaços públicos", nomeadamente em estádios de futebol, disse Patrícia Cipriano à agência Lusa, a propósito do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, assinalado a 25 de maio.

A responsável explicou que os pais que tiverem um sistema `iphone` ou `smartphone android` podem colocar a fotografia dos filhos, acompanhada da descrição física do menor e de outras informações que considerem importantes.

"Se ocorrer uma situação de desaparecimento, os pais carregam num botão de alarme e a imagem da criança aparece no ecrã gigante do estádio e simultaneamente é dado o alerta na polícia", adiantou.

Com este sistema, "em questões de segundos, todas as pessoas, não só no estádio, vão ficar alerta para seguir aquela criança", disse, defendendo que a polícia também deve "intervir imediato" na procura do menor.

A associação pretende alargar este sistema às praias: O criador do equipamento (uma empresa inglesa) "já está a sensibilizar alguns autarcas para a necessidade de adoção deste sistema para a vigilância nas praias".

A ideia de utilização de um dispositivo para localizar menores tem sido defendida pelo diretor da Unidade de Informação e Investigação criminal da Polícia Judiciária.

"Porque é que as crianças que fazem percursos sozinhas, principalmente em zonas suburbanas ou rurais, não podem ter um dispositivo na mochila ou no relógio que dê a sua localização através de GPS da criança", questionou Ramos Caniço.

No caso de desaparecimento, "a criança é logo localizada", disse, ressalvando que a adoção deste sistema será sempre voluntário.

Patrícia Cipriano adiantou que, em 2011, foram contabilizados só pela PJ cerca de 1.500 desaparecimentos, "um número que aumentou cerca de 50 casos" relativamente ao ano anterior.

"A PJ resolve a esmagadora maioria desses casos. Outros continuam em investigação e são esses que nos preocupam. Também nos preocupam as fugas e os raptos parentais, que são muito maltratados em Portugal e estão a aumentar", lamentou.

Muitos destes casos chegam ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança (IAC), que recebeu, em 2011, 2.864 apelos telefónicos, através dos números europeus 116111 e 116000.

Lisboa é o distrito onde desaparecem mais jovens até aos 18 anos, seguindo-se o Porto, refere o IAC, que recebeu no ano passado dois casos provenientes do estrangeiro.

As crianças desaparecidas foram sobretudo meninas (28), num total de 39 crianças desaparecidas, a maioria com idades entre os 11 e os 15 anos. Onze situações continuam em acompanhamento.

Os principais motivos de desaparecimento devem-se a conflitos familiares, problemas de comportamento, da vontade de jovens institucionalizados de regressar a casa e também por influência de amigos ou por amores proibidos.


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