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SOS Criança recebe 10 queixas por dia
21-08-2010
DN
  Linha do Instituto de Apoio à Criança registou 60 denúncias de abusos sexuais e pedofilia até 18 de Agosto.

Desde 1 de Janeiro até 18 de Agosto a linha SOS Criança, do Instituto de Apoio à Criança (IAC), recebeu 2279 denúncias de crimes ou situações envolvendo menores. Este número, que dá uma média de cerca de 10 apelos por dia, "já está um bocadinho acima da média", adianta Manuel Coutinho, coordenador da linha.

Além do aumento de chamadas atendidas pela linha do IAC, Manuel Coutinho refere que os casos são também mais graves. "São situações mais complexas aquelas que nos chegam. No início da linha, em 1988/89, os casos resolviam-se com um telefonema e hoje obrigam a uma maior colaboração com outros parceiros. Temos de alertar a escola ou a polícia para resolver a situação", explica o director-geral do IAC.

Exemplos dos casos mais complexos são as denúncias de abusos sexuais e pedofilia que, nestes primeiros oito meses do ano, já são 60, sublinha Manuel Coutinho. Destas, 50 são abusos sexuais, que se referem a menores com mais de 12 anos, e as restantes 10 têm como vítimas crianças abaixo dessa idade.

Mas a maioria dos casos registados (316 chamadas) é de crianças em perigo. Nestas situações, ainda não há maus tratos directos, mas "tem de se fazer um trabalho com a família e a criança tem de ser retirada do perigo. E o agressor tem de ser punido", refere o psicólogo clínico. São exemplos de crianças em risco, aquelas que ficam sozinhas em casa ou dentro do carro enquanto os pais vão ao supermercado. Outra situação também comum no Verão, segundo Manuel Coutinho, é a de crianças que viajam com os pais de mota, sem capacete.

O psicólogo lembra ainda que durante as férias escolares as crianças acabam por ficar sozinhas em casa, uma das situações que faz aumentar os acidentes domésticos. "Estas crianças estão expostas ao perigo e já temos al- gumas pessoas que vão tendo a noção disto e telefonam a denunciar", acrescenta.

Os dados avançados ao DN pela SOS Criança colocam a negligência no segundo lugar de situações que mais afectam os menores. Foram 266 estas queixas, que acontecem quando as crianças são colocadas em risco, mas de forma não intencional.

"Os pais não cuidam porque não têm capacidade psíquica ou emocional. Por exemplo, uma mãe que alimenta o filho à base de hidratos de carbono ( como bolos) e ele fica obeso, mas os pais não têm a noção que estão a prejudicá-lo", enumera o coordenador da linha de apoio.

Os maus tratos físicos em família motivaram 210 chamadas, enquanto os psicológicos deram origem a 93 queixas.


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