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Rotavírus causa 28% das diarreias
08-03-2010
JN
  Director-geral da Saúde admite avaliação para apoio à vacinação.

Quase um terço dos internamentos de crianças com diarreia estavam infectadas por rotavírus, segundo um estudo da Sociedade de Pediatria, para a qual isso justifica o apoio à vacina. O director-geral da Saúde já admitiu avaliar a questão.

A Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) analisou os internamentos de 1886 crianças com gastroenterites ao longo de um ano. E concluiu que 27,8% tiveram infecção a rotavírus, o que faz deste agente patogénico o mais frequente naquela patologia. E, acrescenta Luís Januário, pediatra do Hospital Pediátrico de Coimbra e presidente da SPP, é responsável pelos "quadros mais graves". Das crianças afectadas, 74% tinham menos de dois anos e 16% menos de seis meses.

As infecções por rotavírus nunca foram letais em Portugal, ao contrário do que acontece no Terceiro Mundo. Mas, em 23,5% dos casos, provocam situações complicadas de desidratação, obrigando ao internamento da criança.

Nas infecções com outros vírus - sendo os mais comuns o calcivírus, o adenovírus e o astrovírus -, a taxa de situações graves é de 11,9%. No caso do rotavírus, o estudo da SPP revela ainda que as infecções são mais frequentes nos primeiros quatro meses do ano, metade delas ocorrendo em Abril. Sendo este o primeiro trabalho a nível nacional, não permite comparação com a situação anterior à introdução da vacina, em 2006. Fernanda Rodrigues, da Sociedade de Infecciologia Pediátrica, avança, contudo, com estudos norte-americanos, que revelam uma diminuição da incidência da infecção por rotavírus, bem como um estreitamento da janela temporal de ocorrências.

Vacina sem comparticipação

Em Portugal, a diferença poderá não ser grande, uma vez que a vacina não é comparticipada. E custa, no total das doses necessárias, 160 a 180 euros, dependendo da marca. O estudo não alterou a posição da SPP face à vacinação. Como antes, recomenda a sua extensão a todas as crianças e a comparticipação, "como acontece com os outros medicamentos", disse ontem Luís Januário, à margem da apresentação dos resultados. Porque "protege "mais de um quarto das idas às urgências", acrescenta Fernanda Rodrigues.

Presente na sessão, o director-geral da Saúde, Francisco George, admitiu solicitar à Comissão Técnica de Vacinação a avaliação do estudo, mas sempre consciente de que o rotavírus "não constitui um problema em termos de mortalidade em Portugal". A integração da vacina no Plano Nacional de Vacinação ou a sua comparticipação são "questões a equacionar". Sem data. "Não são questões de emergência".



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