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OMS recomenda introdução da vacina contra rotavírus
06-06-2009
Público
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou hoje a introdução da vacina contra o rotavírus - que provoca gastroentrites graves - em todos os programas nacionais de vacinação para prevenir um vírus que mata meio milhão de crianças todos os anos.

O rotavírus, que anualmente provoca dois milhões de hospitalizações, afecta praticamente todas as crianças nos primeiros anos de vida, podendo provocar quadros clínicos de vómitos e diarreia que, nos casos mais graves, exigem hospitalização.

Mais de 85 por cento das mortes ocorrem em países em vias de desenvolvimento, nomeadamente em África e na Ásia, refere a OMS, acrescentando que a introdução da vacina nos programas de imunização ajudará a assegurar o acesso às vacinas do rotavírus nos países mais pobres do mundo.

Esta nova recomendação do Grupo Consultivo de Peritos sobre Estratégia da OMS alarga uma recomendação já feita em 2005 sobre vacinação no continente americano e na Europa onde os ensaios clínicos tinham demonstrado a segurança e a eficácia em populações de baixa e média mortalidade.

Os dados novos dos ensaios clínicos que avaliaram a eficácia da vacina em países com mortalidade infantil elevada conduziram à recomendação para o uso global da vacina, segundo a revista "Weekly Epidemiological Review".

"É um marco muito importante para garantir que as vacinas contra a causa a mais comum de diarreia mortal chegue às crianças que mais delas precisam", afirmou Thomas Cherian, coordenador do programa alargado de imunização, da OMS.

A GAVI Alliance (uma parceria público-privada mundial na área da saúde), os fabricantes de vacinas e a comunidade de saúde pública fizeram um compromisso inédito para compreender como estas vacinas actuariam nos países em vias de desenvolvimento e constataram que a vacina reduziu significativamente os episódios graves de diarreia devido ao rotavírus.

A OMS, a UNICEF e a GAVI Alliance estão a trabalhar em conjunto numa nova abordagem integrada para combater as diarreias por rotavírus e a pneumonia, doenças responsáveis por mais de 35 por cento das mortes de crianças anualmente, a maioria em países em vias de desenvolvimento.

Em Outubro de 2008, a Direcção-Geral de Saúde disse que a vacina contra o rotavírus não deverá ser incluída no Plano Nacional de Vacinação (PNV) porque a doença não tem peso significativo em Portugal.

Uma estimativa divulgada em Junho de 2008 pela Sociedade Portuguesa de Pediatria apontava que apenas uma em cada 98 crianças portuguesas é internada devido a gastroenterite grave por rotavírus, quase metade da média europeia (uma em cada 54).


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