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Antibióticos podem causar surdez em bebés prematuros
05-02-2009
Diário Digital
  Certos antibióticos com os quais se tratam bebés prematuros nas maternidades podem causar surdez a crianças com mutação genética relativamente desenvolvida. A descoberta foi feita por uma equipa do Institute of Child Health da University City London, que publica os resultados do seu estudo no New England Journal of Medicine.

   Trata-se dos chamados antibióticos aminoglicosídeos utilizados para tratar certas infecções, que podem afectar funções renais e o sistema auditivo do indivíduo, motivo pelo qual é preciso usá-los sempre com cuidado, advertem os investigadores.

   No entanto, algumas crianças herdam uma mutação mitocôndrica - o m.1555A G-, formando um grupo com incidência muito alta de perda de audição, embora os antibióticos se administrem numa dose que noutras crianças podem ser consideradas baixas.

   No Reino Unido, cerca de 20 mil crianças nascidas prematuras são tratadas anualmente com esses antibióticos, que se utilizam também para combater infecções em pacientes com cancro e com doenças crónicas como a fibrose cística.

   Os especialistas em genética, que estudaram mostras de sangue de mais de 9 mil crianças, descobriram que um em cada 500 tinha a mutação genética que a tornava vulnerável a esses antibióticos de amplo espectro.

   No estudo enviado ao New England Journal of Medicine, a geneticista que dirigiu o trabalho, Maria Bitner-Glindzicz, afirma que todas as crianças afectadas "sofrem surdez permanente".

   "É possível que haja mais crianças que tenham sofrido algum tipo de surdez menos grave e que não tenham chamado a atenção dos médicos. Os adultos podem também ser afectados. Se um tiver essa mutação e receber esse tipo de antibiótico, pode sofrer esses efeitos rápidos e extremos", descreve a cientista.


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