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Videojogos não criam assassinos
14-05-2008
Portugal Diário
  Investigadores de Harvad publicam estudo que desmente a relação entre jogos e violência.

   O uso de videojogos não transforma as crianças em assassinos, escreve o site espanhol ADN, com base num estudo realizado por dois investigadores da universidade de Harvard. Os resultados desta pesquisa foram publicados num livro com o título provocador: "Grand Theft Childhood: A surpreendente verdade acerca dos videojogos e o que os pais podem fazer".

   Com este estudo, o casal Lawrence Kutner e Cheryl Olson pretende mudar radicalmente o debate sobre os efeitos que os videojogos exercem na educação das crianças. "Espero que as pessoas percebam que não há dados que apoiem as preocupações simplistas que os videojogos provocam violência", assegura Kutner.

   Esta afirmação apoia-se nos resultados de dois anos de estudo, no qual participaram mais de 1200 crianças dos últimos anos do ensino básico. Em vez de se basearem em experiências que medem a agressão mediante acções com um som muito alto, os investigadores falaram com as crianças.

   "Parece estranho, porque nunca tinha sido feito", afirma Kutner. Interrogando as crianças acerca das suas atitudes em relação aos videojogos, os investigadores demonstram que os jogos são uma actividade praticamente universal e, muitas vezes, social.

   No entanto, o estudo encontra um vínculo estatístico entre os adolescentes que são mais conflituosos e aqueles que usam jogos qualificados para adultos, dos quais 50 por cento dos rapazes e 40 por cento das raparigas estiveram envolvidos em pelo menos uma luta no último ano. Mesmo assim, os investigadores advertem que esta relação é débil e não há razões para que seja causal. É igualmente provável que os adolescentes conflituosos sejam os que preferem esse tipo de jogos.

   Os autores do livro não dizem que os jogos são benéficos, apenas os relacionam num contexto social mais amplo no qual também se deve avaliar a influência da banda desenhada, dos filmes e da televisão. "Se eu tivesse, por exemplo, uma filha que passasse 15 horas por semana a jogar apenas videojogos violentos teria motivos para me preocupar porque não é uma coisa normal", afirma Kutner.


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