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Cidades inimigas das crianças
18-11-2007
Portugal Diário
  Cada vez se vêem menos crianças nas cidades porque os espaços citadinos não são construídos a pensar nelas, afirma Elsa Rocha, pediatra no Hospital de Faro e membro da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), refere a Lusa.

   Em vésperas do Dia Universal das Crianças, instituído pelas Nações Unidas em 1954, a médica afirma que "as cidades não são mesmo feitas a pensar nas crianças e por isso cada vez se vêem menos".

   Os espaços permitidos a crianças são diminutos, porque tudo é considerado perigoso, sublinha.

   Apesar da protecção e existência de ambientes seguros para viver e brincar serem direitos fundamentais da criança, os jardins-de-infância, as escolas ou parques infantis rodeados de grades são o que resta dentro das cidades para os mais novos brincarem, alerta.

   Este ano já morreram oito crianças afogadas e 11 atropeladas, e pelo menos 11 caíram de edifícios, pelo que o Governo tem de tomar medidas urgentes, alerta a APSI.

   A Associação para a Promoção da Segurança Infantil vai, por isso, pedir terça-feira ao Governo a adopção de medidas para reduzir a mortalidade infantil e as incapacidades provocadas por acidentes às crianças.

   Segundo a APSI, 75 por cento dos acidentes [com crianças] podem ser evitados.


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