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Ceia de Natal, doce tradição
Dezembro, 2007
Dra. Mariana Bessa - Nutricionista - licenciada pela FCNAUP

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   O Natal é um momento especial no seio das famílias portuguesas, em que a gastronomia ocupa um lugar de destaque. Os hábitos alimentares mantêm-se ao longo dos tempos e as receitas natalícias passam de geração em geração.



   A ceia no dia 24 de Dezembro é o grande momento de celebração do Natal e obedece a todo um ritual que constitui uma tradição desta época festiva. Raramente nos ocorre, mas celebramos tudo à mesa, a refeição é de facto sinónimo de união, partilha e comemoração! Se ao longo de todo o ano tivermos uma alimentação saudável, podemos usufruir de todas as iguarias que a época natalícia tem para oferecer, mas sempre com moderação. O problema é que, muitas vezes, esquecemos que nem todos os dias é Natal e a época de exageros alimentares estende-se por todo o ano. Jejuar no Natal também não parece ser uma boa opção. Deve-se sim, saber fazer as escolhas certas.

   O bacalhau é, na maior parte das famílias, o "rei" da noite, sendo acompanhado por batatas e hortícolas, em que a couve portuguesa (penca) é de facto a "rainha", e se regado com um "fio" de azeite, nada tem de errado sendo esta uma refeição equilibrada em termos nutricionais. O azeite é a gordura de eleição, mas não nos devemos esquecer que tal como as outras gorduras possui valor energético elevado. O peru, também é uma boa opção, por exemplo, optando por rechear com maçãs e adicionando pouca gordura no assado. Muitas outras iguarias estão presentes na mesa de Natal tais como as rabanadas, os sonhos, as filhozes, a aletria, os mexidos, e o bolo-rei, que apesar da sua elevada densidade energética, completam a doce tradição.

   São inúmeros os sentimentos que uma boa refeição pode despertar, e se estivermos a falar de uma época como o Natal carregada de simbolismos, torna-se ainda mais complicado resistir à tentação de um doce; por isso prove o doce mas aprove a fruta! Pode-se então usar como estratégia, apresentar menores quantidades de doces tradicionais e compor a mesa com arranjos de fruta da época, jogando com as suas cores e formas, como romãs, dióspiros, uvas, peras, também recorrendo também a frutos secos, como nozes e amêndoas com casca (para haver moderação no consumo).

   Sugiro ainda que não cozinhe em quantidades que possam levar a que o Natal se prolongue por muito tempo, não esquecendo que o festivo são só dois dias, e que em poucos tempo depois chega uma nova festa com a passagem do ano. Convém lembrar que é fácil e rápido ganhar peso e bem mais moroso e complicado perder.

   Costuma-se dizer que o Natal é para as crianças, e a todas as que nos são próximas gostamos de oferecer algo. Muitas vezes a escolha mais rápida e fácil são os chocolates, mas agora os "pais-natal" de chocolate que eram pequenos e simbólicos, cresceram! Vamos tentar dar asas à imaginação e limitar a oferta destes presentes substituindo-os por outros mais saudáveis e pedagógicos.

   Com o desejo de umas BOAS FESTAS!
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