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O Infantário e a Escola - O Infantário: Quando e onde começar
O Infantário: Quando e onde começar
Fonte: Suarez, L.,O Mundo da Criança - Guia Médico para os Pais, Edições Temas da Actualidade.


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Nem sempre é fácil decidir qual é o momento indicado para pôr a criança no infantário, principalmente quando se trata do primeiro filho e não existem pontos de referência mas sim uma série de dúvidas transmitidas por amigos e familiares.
A idade certa para o fazer depende basicamente das condições familiares. Se tiver alguém que possa tratar da criança em casa, não há motivo para a mandar para o infantário antes dos dois anos. Pelo contrário, se não tiver ninguém de confiança com quem a deixar é perfeitamente normal pô-la mais cedo, por volta dos quatro ou seis meses, quando a licença de parto acaba.
É importante escolher um infantário que reúna as condições adequadas, tanto em termos ambientais como humanos. Nas visitas que precedem a selecção do infantário, devem ser avaliados os espaços físicos, as condições de higiene, as medidas de segurança e a possibilidade de a criança poder estar ao ar livre. É fundamental manter o contacto com as pessoas que tratam das crianças, não só através de conversas, mas também observando a forma como trabalham. As educadoras de infância têm que gostar das crianças e sentir uma inclinação especial que as ajude a ser pacientes e carinhosas com elas. Estes sentimentos são fundamentais para o bebé que vai passar muitas horas fora de casa.
o infantário não é um depósito de crianças. Por esta razão é importante dispor de informação pormenorizada sobre os programas de desenvolvimento do infantário, visto que as capacidades da criança estão relacionadas com os estímulos que recebe desde os primeiros meses.
A mãe que deixa o seu filho no infantário precisa de sentir confiança e as pessoas com quem falou no momento da escolha, além de lhe fornecerem dados objectivos, devem transmitir-lhe essa sensação.
É importante a mãe não desenvolver sentimentos de culpa por ter que deixar o filho no infantário durante o primeiro ano para retomar o trabalho, seja por necessidade ou por vontade de o fazer.
Não há nenhum motivo que impeça a criança de ter um desenvolvimento físico e psicológico correcto se o infantário tiver condições adequadas e se em casa receber os devidos cuidados dos pais.

Horários aconselháveis

O ideal é que a criança se vá habituando aoinfantário, gradualmente, começando por ficar poucas horas até perfazer o horário necessário.
A pessoa que trata da criança deve conhecer todos os seus hábitos e costumes, de forma a tornar menos brusca a mudança. A criança reconhece, desde muito cedo, as pessoas e os ambientes que a rodeiam e necessita de sentir-se perto do que conhece e lhe é familiar.
O horário das refeições e as características de cada criança para comer, dormir, etc., devem ser respeitados.
Levar um brinquedo ou outro objecto que lhe seja familiar e a mãe acompanhá-la até à sala e ficar um pouco com ela, pode ajudá-la a ambientar-se melhor.

A escolha da escola

A escolha da escola pressupõe uma reflexão prévia, visto que não se trata apenas de um local onde se transmitem determinados conhecimentos mas também onde a criança irá receber uma série de influências que podem ser decisivas para o desenvolvimento da sua personalidade.
A escolha adequada requer uma análise cuidadosa ao ambiente e ao estilo da escola, assim como uma atenção especial aos objectivos primordiais que propõe.
A criança aprende mais facilmente através de um ensino racional e lúdico, peloq ue é importante que o sistema de aprendizagem a estimule, despertando o seu interesse me compreender o porquê das coisas e desenvolva o seu sentido de responsabilidade.
Todos estes aspectos devem ser discutidos previamente com os professores. Também é necessário avaliar as condições ambientais, pois a criança precisa de espaços abertos com condições para brincar e praticar desporto.
Após a integração na escola, os pais devem colaborar com os professores para que estes consigam um bom relacionamento com a criança.
As características próprias de casa aluno devem ser tidas em consideração para que ele obtenha um bom rendimento nos estudos e possa atingir um desenvolvimento intelectual que lhe permita ser um adulto razoavelmente feliz.

Problemas escolares

Sempre que uma criança tem más notas, a primeira coisa a fazer é averiguar a causa. Os castigos e as repreensões por si sós não conduzem a resultados positivos, piorando frequentemente a situação.
Uma das causas do fracasso pode sre a dificuldade de adapatação ao ritmo das aulas, motivada por problemas de compreensão ou por alguma incapacidade física, como pro exemplo ver ou ouvir mal. Embora estas situações não sejam as mais frequentes, devem ser analisadas pelo pediatra.
Para tentar averiguar a origem de uma dificuldade escolar, é aconselhável falar com a professora encarregada. Muitas vezes, os problemas domésticos com os pais ou com os irmãos podem ter repercussões negativas na escola.
As crianças nervosas e inquietas costumam ter dificuldade de concentração. Em alguns casos, podem precisar de ajuda para terem bom aproveitamento escolar.
É importante controlar a alimentação, assegurar que durma o suficiente, que tenha um ambiente adequado para fazer os trabalhos da escola e que possa contar com alguém que a ajude a resolver as dúvidas e dificuldades.
Tudo se torna mais fácil quando os pais reconhecem que para a criança é importante encontrar uma rotina agradável em casa, quando regressam da escola.
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